terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Qualidade da água do Rio Arnóia

Segundo os dados recentemente disponibilizados no site do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), do Instituto da Água (Inag), os rios mais problemáticos são o Lis, com 100 por cento de água “muito má”, e o Mira, nas mesmas condições. No caso do Lis, a situação arrasta-se pelo menos desde 1995 (desde que há registo na base de dados do SNIRH), provocada em grande parte pelas sucessivas descargas de efluentes feitas pelas suiniculturas locais, que afectam igualmente o rio Mira.
Também as Ribeiras do Oeste apresentam uma situação preocupante, na medida em que 33,3 por cento das massas de água apresenta qualidade “muito má” e 50 por cento tem “má” qualidade. À semelhança do Lis e Mira, também aqui as descargas directas nos recursos hídricos, feitas nomeadamente pelas suiniculturas locais, representam o principal problema. A poluição no rio Arnóia, que desagua na Lagoa de Óbidos, é uma constante desde, pelo menos, 1995.

Boas Causas - divulgação

No próximo dia 19 pelas 17,00 horas, será a 1ª reunião do Grupo de Óbidos do Movimento “Limpar Portugal” realizar-se-á numa sala do Quartel do Bombeiros Voluntários de Óbidos.
Se já pensou fazer parte deste Grupo... não perca tempo inscreva-se já.
Junte-se a nós já no Sábado...
É tempo de passarmos à acção...!!!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Se comer laranjas ou peras - “feche a torneira enquanto lava os dentes”

A discussão não é nova. O golfe traz a Portugal milhares de turistas, milhões de euros, mas aloja um terrível problema ambiental: o consumo excessivo de água. As Jornadas da Sustentabilidade, Energia e Formação Profissional organizadas pela Airo, que decorreram em Óbidos e Caldas da Rainha nos dias 25, 26 e 27 de Novembro, dedicaram um painel ao turismo sustentável, entre os quais o golfe.
A plateia ficou a saber, por exemplo, que um campo de 18 buracos consome por dia o equivalente a uma cidade de 60 mil pessoas, ou seja, mais do que os concelhos de Caldas da Rainha e Óbidos juntos. Sendo que a região Oeste tem seis campos de golfe, e ainda mais um em construção, na Curia, o consumo regional de água aumentou como se existissem seis novas cidades. Fazendo o mesmo exercício para todo o país, onde existe um total de 67 campos de golfe – ainda que não sejam todos de 18 buracos - é como se Portugal tivesse aumentado a sua demografia em quatro milhões de pessoas, o que torna as campanhas de redução de água, do tipo “feche a torneira enquanto lava os dentes”, ou reduza a água do autoclismo”, perfeitamente ridículas.
Também ficamos a saber que o retorno económico é elevado. São mais de 250 mil estrangeiros que chegam a Portugal e 350 milhões de euros de receitas que entram. Existe a preocupação para que os campos de golfe procurem, cada vez mais, ser eco-friendly, ou seja, reduzir assim o impacto negativo no ambiente. E ao que parece estão no bom caminho. Através de novas variedades de relva, mais resistentes, reduzem assim o consumo de água e a necessidade de usar pesticidas em caso de praga.
Nos campos eco-friendly, o consumo de água pode ser reduzido de várias formas: através de estações meteorológicas, fornecendo aos relvados apenas a água que necessitam, através da recolha da água de drenagens de lagos para reutilização, ou através de regas nocturnas com vários arranques - um campo de 60 hectares consome cerca de 2.500 metros cúbicos de água por noite - economizando energia em tarifa económica.
No Algarve, onde já existem 31 campos de golfe – segue-se Lisboa com 17 – e onde a água não abunda, esta preocupação é uma constante. Sabe-se que o consumo de água aumentou cerca de 10 vezes nos últimos anos devido à prática deste desporto. Segundo um estudo realizado pela Águas do Algarve em 2005, data em que apenas existiam 29 campos de golfe, o consumo de água destes locais atingia os oito milhões de metros cúbicos ao ano. O consumo urbano representa apenas 27% do total de água gasto, sendo que a agricultura e golfe consomem os restantes 73%. Calcula-se que a rega dos campos de golfe consuma mais ou menos o mesmo que os citrinos, principal produto da região.
É caso para dizer: acabe-se já com as laranjas do Algarve… e com os pomares no Oeste!

"DEIXEM-NOS TRABALHAR, NÃO NOS MASSACREM"

A exemplo do que fizeram os governos inglês e francês, o governo português prepara-se para onerar os bónus atribuídos aos gestores da Banca. Para tanto, o OGE de 2010 irá prever tributação agravada. As pessoas comuns têm dificuldade em perceber que profissionais bem pagos (nunca menos de meio milhão de euros por ano; há quem receba o dobro), e com generosos benefícios, ainda recebam, a título de bónus, retribuições extraordinárias de vários milhões.
Eu não sei se isto é um problema anglo-saxónico. Sabemos que o BPN teve de ser nacionalizado para evitar a falência e o despedimento de cinco mil trabalhadores. E também sabemos o que se passou com o BPP… enquanto os "Rendeiros da boa vida" continuam a jogar golfe e a fazer ski . Tão pouco esquecemos os grandes negócios do Millennium BCP no Verão de 2007. Por causa deles, vários banqueiros estão indiciados da prática de crimes. E o Banco de Portugal viu-se obrigado a nomear uma administração da sua confiança. Consultando as contas de 2006 do Millennium BCP, verificamos que os nove membros da sua administração auferiram um total de 26,8 milhões de euros, o que deu 2,97 milhões a cada um.
É caso para dizer a estes senhores "DEIXEM-NOS TRABALHAR, NÃO NOS MASSACREM MAIS – JÁ CHEGA

domingo, 13 de dezembro de 2009

Óbidos tem Pai Natal bígamo?!

(…) o Pai Natal, que, este ano, veio acompanhado de duas lindas Mães Natais, que chegaram ao evento Óbidos Vila Natal na sua Charrete do Oeste. Permanecerão na Vila durante todo o evento Óbidos Vila Natal e dia após dia vão inundar Óbidos de Alegria, Solidariedade e Animação.
(…)
Independentemente de ter uma Mãe Natal, se tiver duas serão duas lindas Mães Natal / Mães Natais.
Para além de confundirem o conceito de família (pai e mãe) a dúvida é saber como se escreve correctamente: Mães Natais ou Mães Natal?
A regra é: substantivo + substantivo = só o primeiro vai para o plural; substantivo + adjectivo = ambos vão para o plural.
Neste caso, natal é substantivo ou adjectivo?

sábado, 12 de dezembro de 2009

Óbidos - sempre a vender

Óbidos: Da ginja ao algodão-doce são várias as iguarias para saborear
A época é famosa pelos excessos e a vila Natal não esquece as iguarias que adoçam as horas de diversão.
Da tradicional ginjinha, bebida em copo de plástico ou de chocolate - reservada apenas aos adultos - aos doces tradicionais e ao chocolate quente para aquecer os dias mais frios, há muito por onde escolher.
Para os mais novos, as barraquinhas, que parecem saídas de um filme de desenhos animados, enchem o olho e oferecem uma enorme variedade de gomas, chupa-chupas ou algodão-doce.

SANTAS FESTAS

Cada vez mais na proximidade de Óbidos proliferam cartazes e demais similares publicitários, informativos e festivos.
Este é o último “grito” SANTAS FESTAS.
Não bastava esta associação ter a sede toda engalanada, agora presenteia-nos com estas coisas ao alto que, vistas de costas, envergonham qualquer aprendiz de carpinteiro…
Todos nós sabemos que é muito interventiva e participativa nesta quadra natalícia.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Humor

Tudo indica que este senhor irá para o lugar do grego Papademos.
Com um lugar em aberto no Banco de Portugal, existe esta petição on line e destina-se a "remediar o mal feito pela justiça (com letra pequena) e a magistratura."

Passatempo

O que é que faltará à rotunda (aquela com trânsito local com portão) para estarem concluídos os trabalhos?
Porque:
O trânsito já não está condicionado.
Por motivo de obras, nós até aceitamos e desculpámos.
O incómodo até já passou e a promessa de serem breves… foi o que foi.

E tudo por causa do saneamento

Este é brasileiro, mas fala português correcto.

Nós, como temos o país quase coberto de infra-estruturas de saneamento, os nossos governantes nem sequer pensam em tirar o povo da m….

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Fantasia – junta-se o roto ao nú

Através deste acordo, a Autarquia de Óbidos disponibilizará transfers rodoviários entre a estação e a vila, que efectuarão a ligação aos comboios que passam em Óbidos vindos de Lisboa e Caldas da Rainha/Figueira da Foz. Os clientes que optem pelo comboio, mediante apresentação do ingresso de entrada no evento, poderão usufruir de um desconto de 20% na sua viagem de regresso.
Todos os bilhetes para o Óbidos Vila Natal podem ser adquiridos online, através do sítio na Internet, em http://www.obidosvilanatal.pt/.
Esta é uma primeira iniciativa entre a Óbidos Patrimonium E.E.M. e a CP- Comboios de Portugal, num acordo que se pretende vir a ser mais alargado em 2010, com o objectivo de promover o comboio como um meio de transporte privilegiado para os grandes eventos de Óbidos.
O próximo evento a ser abrangido neste acordo será já o Festival Internacional de Chocolate de Óbidos, que se realiza de 4 a 14 de Março de 2010.
Ambas são empresas deficitárias e vivem à sombra do erário público ou municipal.
A CP cresceu com o estigma das nacionalizações em prejuízos. É uma empresa velha, que não soube adaptar-se aos novos tempos. Não tem imagem, nem marketing. É uma empresa inimiga dos utilizadores. Arrogante porque monopolista e não se sabe de uma acção que vise o conforto e o bem servir dos utentes. Não precisa: o contribuinte paga os prejuízos e para gerir uma coisa daquelas basta a burocracia habitual.
Nos últimos anos a CP foi mais uma comissão liquidatária da linha-férrea em Portugal do que uma empresa para servir o país de uma eficaz rede de caminho de ferro. Acabou com linhas regionais, isolou zonas rurais, vendeu ao desbarato património histórico, destruiu cem anos de comboios em Portugal.
Linha do Oeste
A CP tem comboios incómodos, barulhentos, sem serviço decente a bordo. Os horários são curtos e espaçados. Não há comodidade nem serviço ao cliente. Só um masoquista ou tipo sem pressa, e que não trabalhe, é que pode gostar de andar nestes comboios caros (quando não se usa o passe social) sem condições e sem ligações eficazes entre linhas.
Os milhões que nós metemos nesta empresa davam para cada utente andar de carro e ainda sobrava dinheiro. Claro que a solução não pode ser essa. Mas na verdade os autocarros-expressos fazem os mesmos trajectos, por menos custo, mais conforto e com horários mais flexíveis.
A parte mais interessante deste acordo Óbidos Patrimonium E.E.M. e a CP-Comboios de Portugal é que mediante apresentação do ingresso de entrada no evento, (Óbidos Vila Natal) poderão usufruir de um desconto de 20% na sua viagem de regresso...
Ou seja, a Óbidos Patrimonium E.E.M. está sempre a facturar – não faz nenhum desconto!
A CP só pode estar no reino da fantasia... quem utilizar a linha do Oeste em ida, nunca fará a volta - mesmo com 20% de desconto… nem de borla!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

DIA INTERNACIONAL CONTRA A CORRUPÇÃO

Hoje assinala-se o Dia Internacional de Luta Contra a Corrupção. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, já veio apelar à luta contra um tipo de crime que é sempre intencional e que impede o desenvolvimento das sociedades. Ban Ki-moon lembra que, "quando se roubam os dinheiros públicos para obter benefícios pessoais, diminuem os recursos destinados à construção de escolas, hospitais, estradas e instalações de tratamento da água, e, quando a ajuda externa é desviada para contas bancárias privadas, os grandes projectos de infra-estruturas são suspensos".
Este ano, o tema do Dia Internacional de Luta Contra a Corrupção é: "Não permitamos que a corrupção mate o desenvolvimento".
Curioso… por cá (Portugal) não se deu conta de qualquer iniciativa sobre este Dia/Tema, a não ser…
O presidente do Conselho de Prevenção para a Corrupção defende que leis simples são o caminho para vencer a corrupção. No Dia Internacional contra a Corrupção, Guilherme d'Oliveira Martins disse à TSF que a prevenção deste fenómeno depende de todos nós. «O combate e a prevenção dependem do cidadão comum, de todos nós», frisou o também presidente do Tribunal de Contas, que quer ver «leis dissuasoras» e não «leis complexas de difícil prova» que fazem com que tudo «fique na mesma».
Guilherme d'Oliveira Martins teme ainda que o país possa estar a passar ao lado do essencial nesta matéria, pois o «fundamental é atacar o fenómeno, é preveni-lo». «Falar muito muitas vezes não é a melhor forma de chegarmos a soluções».

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Lendo os outros…

Óbidos Vila Natal

Esta foi uma passeata meio improvisada, lembrei-me dela a meio da manhã de sábado e em boa hora o fiz. O papá concordou, pegámos na avó Glória e na prima Mariana e lá fomos em alegre romaria, depois de um almoço em família.

A tarde esteve cinzenta, mas aguentou-se sem chuva. Como fomos mais ou menos cedo - chegámos antes das 15 horas - evitámos alguma da confusão que se instalou mais tarde. Eu até sou um pouco - muito! - alérgica a estas coisas que arrastam multidões, mas pronto, por ela, tudo!

Se os sete euros pagos, por adulto, não me convenceram, o recinto menos ainda. Adoro Óbidos, a Vila, mas achei o resto muito pobrezinho. Provavelmente criei expectativas demasiado elevadas ou talvez o meu olhar crítico de adulto me tenha "toldado" a visão, mas não achei a Vila Natal nada de especial - o espaço é exíguo para tanta coisa e tanta gente.

As meninas portaram-se lindamente, tendo em conta que não dormiram a sesta do costume e andaram sempre a pé, nada de carrinhos de passeio! Infelizmente nem uma nem outra gosta de ver os animadores de rua - homens/mulheres com aquelas farpelas de bichos, duendes, bonecos de neve e outros que tais -, pelo que aqui e ali houve choro e caras escondidas nos nossos casacos... A Laura só dizia - Tenho medo! e a prima, que não lhe quis ficar atrás, medo tinha. Que dupla!

Na hora do Pai Natal foi aquilo que se temia - nem uma nem outra se quiseram sentar com o senhor e o melhor que consegui foi o que a foto documenta, uma Laura em pânico, agarrada a mim como se não houvesse amanhã! A Mariana nem deixou que a avó se aproximasse com ela...

De qualquer maneira, valeu pela alegria das meninas - tirando os momentos de crise motivados por aquilo que já sabemos - e o olhar encantado com que observavam tudo.

Retirado do mil sorrisos

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Taxa de ocupação de subsolo sobe factura do gás

Os portugueses deverão pagar mais pela factura do gás já a partir de Junho. Tudo por causa da aplicação da taxa de ocupação de subsolo exigida pelas câmaras e que até agora era coberta pelas distribuidoras.
Os consumidores deverão ver incluída uma nova taxa na sua factura de gás natural, a partir de Junho. Clientes e indústria estão contra um sobre custo, ainda por calcular, que irá engordar os cofres das autarquias.
Os portugueses deverão pagar mais pela factura do gás já a partir de Junho. Não porque o preço da matéria-prima vá subir, mas porque será cobrada uma nova taxa exigida pelas câmaras municipais. A taxa de ocupação de subsolo, que já é cobrada às distribuidoras, está prevista desde 2006, mas só agora será implementada. Isto porque empresas e autarquias entraram em divergência, tendo sido o caso levado para os tribunais.
O valor que acresce ao preço do gás - que não está relacionado com produção, comercialização nem distribuição - será definido por cada câmara em assembleia municipal, o que poderá gerar grandes assimetrias a nível nacional. O método de cálculo não é conhecido. O certo é que este sobre custo irá servir para engordar a receita fiscal das autarquias.
(…)
Entretanto, há mais de uma década que estão em tribunal processos impostos pelas autarquias contra as distribuidoras por faltar de pagamento - anteriores à publicação da Lei em 2006. As empresas, no quadro da renegociação do contrato de concessão, acordaram com o Estado que, em caso de derrota final em tribunal, o valor reclamado pelas câmaras seria totalmente passado para os clientes finais de gás natural.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Boas causas

Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de mais de 17000 voluntários registados.
O sucesso da iniciativa fez com que o modelo fosse duplicado, multiplicando-se por inúmeras organizações não governamentais e chegando assim a Portugal. O movimento “limpar Portugal” já tem organização a nível nacional, com estruturas distritais e concelhias. Em Óbidos o planeamento da iniciativa também já mexe.
É importante que os portugueses tenham consciência do seu secular atraso de mentalidade cívica e se empenhem neste tipo de iniciativas. Está na hora do País ficar limpo – de toda a espécie de lixo…

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Como no ano passado

As muralhas do Castelo de Óbidos estão iluminadas nesta quadra de Natal com milhões de lâmpadas de baixo consumo, que utilizam tecnologia LED, com o intuito de contribuir para a redução da factura energética.
«Temos dois quilómetros de iluminação LED na muralha e outros 1,5 quilómetros no resto da vila. Com esta iluminação ecológica conseguimos ter uma redução em termos de emissões de dióxido de carbono e ao mesmo tempo estamos a colocar os nossos eventos ao serviço da inovação», afirmou à Agência Lusa o vereador do ambiente, Humberto Marques.
Todos os anos, a autarquia recorria a empresas privadas para instalar iluminação de Natal na vila medieval, mas as preocupações de sustentabilidade fizeram com que viesse a adoptar uma solução mais eficiente, através do recurso a lâmpadas LED e lâmpadas florescentes compactas.
«Gastávamos cerca de 11 mil euros em iluminações de Natal e nesta altura gastamos quase o que gasta uma casa doméstica, cerca de 940 mil euros», explicou o autarca. Além da poupança na factura energética, trata-se igualmente de uma medida a pensar também na gestão rigorosa dos recursos financeiros do Município de Óbidos.
Em Óbidos, onde já começou o evento Vila Natal, a Cerca do Castelo e as principais ruas da vila histórica estão iluminadas nesta quadra festiva.
As iluminações de Natal ecológicas inserem-se na estratégia da autarquia em tornar Óbidos numa Eco Vila.
Com mais ou menos lâmpada fundida, no ano passado também foi mais ou menos assim… a iluminação LED na ECO VILA! Parece que se repete o conteúdo das notícias relativamente à iluminação do ano passado.