Criado na Universidade do Algarve - Diário da República, 2ª Série, nº. 51, 12 de Março de 2008.
Ideias, conceitos, pluralismo, e outras coisas mais... condição única: made in Óbidos.
Criado na Universidade do Algarve - Diário da República, 2ª Série, nº. 51, 12 de Março de 2008.
No site da C.M. de Caldas da Rainha, 11 de Janeiro de 2010:
A Lagoa de Óbidos, nos concelhos das Caldas da Rainha e Óbidos, pode vir a ser uma das “7 Maravilhas Naturais de Portugal”.
A Câmara Municipal das Caldas da Rainha apresentou a candidatura da Lagoa à New 7 Wonders – entidade responsável pela iniciativa - no passado mês de Dezembro.
No site da C.M. de Óbidos em 1 de Fevereiro de 2010:
Municípios de Caldas da Rainha e Óbidos
Candidatura conjunta da Lagoa de Óbidos a uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.
Afinal, parece que é uma candidatura apresentada em conjunto pelos dois municípios!
Saúde: Autarcas do Oeste dão prazo de trinta dias para ministra da Saúde anunciar os hospitais Oeste Norte e Sul.
A Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim) deliberou ontem, por unanimidade, dar um prazo de 30 dias à ministra da Saúde, Ana Jorge, para anunciar os investimentos na área da saúde previstos no Plano de Compensações para o Oeste.
“Vamos enviar uma a dar um prazo de 30 dias à ministra da Saúde para vir aqui ao Oeste discutir a calendarização dos investimentos na área da saúde, tendo em conta o Plano de Acção Oeste”, disse à Lusa o presidente da OesteCim, Carlos Lourenço.
O Plano de Acção anunciado em Setembro de 2008 previa na área da saúde a construção do Hospital Oeste-Norte, remodelação ou construção de um novo hospital de Torres Vedras - Oeste-Sul.
“É evidente que o que nós queremos é o anúncio dos novos hospitais, Oeste-Norte e Oeste Sul” concretiza Carlos Lourenço em nome dos autarcas que perante o atraso no anúncio da localização do novo hospital Oeste-Norte (disputada entre os concelhos de Caldas da Rainha e Alcobaça) exigem agora a presença da Ministra, até 28 de Fevereiro.
“Compreendemos o atraso, devido à realização de três eleições e ao período de adaptação do novo Governo, mas já chega de atrasos e queremos de uma vez por todas que os investimentos sejam anunciados e calendarizados” sublinha o mesmo responsável, advertindo que, caso a ministra não responda aos anseios dos autarcas “justifica-se recorrer para o primeiro-ministro”.
Da reunião saiu ainda a decisão de “com alguma regularidade, se possível mensal, requerer a vinda de outros ministros ou responsáveis por cada uma das áreas para virem ao Oeste em reuniões de trabalho sobre as respectivas áreas”, acrescenta o presidente da OesteCim.
Depois de Ana Jorge os autarcas querem trazer a Caldas da Rainha o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, para discutirem os investimentos na Linha do Oeste.
Na lista das prioridades estão ainda a Lagoa de Óbidos e os projectos relativos à construção de barragens, em relação aos quais vão solicitar a presença dos responsáveis pelas pastas do Ambiente e Agricultura.
A implementação de uma tarifa única de água e saneamento para o Oeste vai depender da criação de uma sociedade entre as Águas de Portugal e as autarquias que hoje exigiram estudos mais aprofundados para sustentar a adesão.
A proposta de sociedade foi hoje apresentada pelo presidente da Águas de Portugal, Pedro Serra, durante uma reunião com a Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim), mas os municípios só decidirão se aderem ou não depois de “uma negociação que irá ter lugar em torno das condições financeiras desse contrato”, disse à Lusa.
O modelo de sociedade está ainda a ser estudado mas Pedro Serra assegura que “se o projecto vier a ser concretizado haverá um conjunto de investimentos para aumentar a qualidade e fiabilidade do serviço e para estender rede, sobretudo de saneamento, onde há necessidade de melhoramentos”.
“O efeito de escala que permitirá descer as tarifas de água e saneamento ao consumidor” é uma das principais vantagens apontadas pelo presidente da OesteCim, Carlos Lourenço, ao projecto.
Mas apesar de ser uma ambição, a tarifa única “poderá não ser imediata e ter um prazo de implantação “de um a cinco anos”, acrescentou Carlos Lourenço.
O preço da tarifa irá depender do número de municípios a aderir à futura sociedade, que tinha entre os principais críticos o presidente de Torres Vedras, Carlos Miguel.
Apesar de “a tarifa expectável a aplicar pela empresa poder ser interessante para o município”, Carlos Miguel disse à Lusa que a adesão de Torres Vedras irá depender “da compensação dos investimentos que estamos a fazer”, já que a autarquia têm adjudicadas três empreitadas de saneamento que só estarão concluídas em 2012.
O presidente da Águas de Portugal admite que venha a haver “uma diferenciação” em termos da participação dos municípios nos investimentos, mas para já, diz Carlos Lourenço, “estará tudo em aberto até que sejam apresentados estudos concretos”.
A Águas de Portugal verá nos próximos dois meses apresentar valores de tarifas para a constituição da sociedade a nove ou 12 municípios, dependendo da adesão ou não de Óbidos, Alcobaça e Torres Vedras.
Alenquer, com um sistema de abastecimento concessionado, ficará de fora da sociedade, mas, Rio Maior poderá ser integrado no sistema e permitir que a sociedade integre doze municípios.
Com todo o respeito que a tragédia no Haiti impõe, não me recordo de assistir a tantas iniciativas no nosso país para cuidar dos nossos problemas. Temos mais de um milhão de pobres. A maior parte das nossas instituições de solidariedade social, por exemplo, luta para sobreviver, e muitas vezes consegue-o apenas graças à dedicação de quem nelas trabalha voluntariamente. Mas isso não nos comove…
Ouvimos tantas vezes a falar das carências do concelho de Óbidos: da crise, do desemprego, dos mais desfavorecidos, do que ainda falta fazer… serão ecos da catástrofe ou réplica com 15 dias de atraso? … esta dos 50 cts!!

E os ajustes directos? Pois, os ajustes directos... Um escândalo. Parece que abundam na requalificação das escolas.
Mas... vejamos, em 2009, o ajuste directo foi o procedimento contratual mais utilizado pelo Estado e pelas Câmaras.
Parece que, afinal, está tudo dentro da lei e com as regras da transparência e do rigor.
As aquisições pelo Estado de bens imóveis, de bens móveis e de serviços devem obedecer aos princípios de transparência, rigor e racionalidade. Sendo o Estado um conceito demasiado abstracto e os seus servidores pessoas concretas, torna-se necessário acautelar o interesse público, criando mecanismos que assegurem a boa condução dos negócios com o sector privado, prevenindo-se assim o fenómeno da corrupção, do favoritismo e do enriquecimento ilícito. A figura jurídica do concurso público, em que todos os concorrentes se encontram em condições de igualdade, assegura aqueles pressupostos enunciados.
Para obstar a demora na formalização de algumas aquisições, consideradas muito urgentes e importantes, o legislador concebeu a figura jurídica do Ajuste Directo, que permite ultrapassar as formalidades complexas do concurso público. Mas, na tradição do nosso Direito Administrativo, o recurso a esse procedimento expedito é considerado excepção, sendo limitado a uma determinada natureza de bens e serviços de valor pecuniário inferior e condicionado a um limite máximo que, a ser previsivelmente excedido, obrigaria ao recurso do concurso público.
Esta doutrina administrativa foi de certo modo adulterada com a publicação em 2008 um novo Código dos Contratos Públicos, que alarga a malha condicionadora, elevando os tectos máximos dos valores pecuniários dos Ajustes Directos até ao limite do inconcebível, o que leva a afirmar que transformou a excepção
Abre-se assim na Administração Pública uma frente facilitadora para a corrupção e para o favoritismo, já que, lendo o respectivo código, percebe-se que as medidas cautelares consignadas para a defesa dos interesses do Estado são frouxas, permissivas e, algumas, perfeitamente inócuas.
Com esta nova legislação, é de prever que ao nível dos ministérios, das autarquias e de outras entidades públicas com poder adjudicante possam aparecer pessoas menos honestas, colocadas em pontos estratégicos, para facilitar aos concorrentes mais generosos o acesso ao contrato por Ajuste Directo, assim como a respectiva adjudicação.
Não é, certamente, com leis deste tipo que se previne a corrupção.
E depois impingem-nos isto...
A medida vai abranger cerca de 20% dos trabalhadores da Autarquia.
A Câmara da Vidigueira vai aumentar em 82,08 euros o ordenado dos trabalhadores que recebem o salário mínimo e reduzir em quase 10 por cento os dos que ocupam cargos por nomeação, no âmbito de uma medida "anti-crise".
Em contrapartida, e para equilibrar as despesas com o pessoal, os salários dos funcionários que desempenham cargos por nomeação, como o presidente, os vereadores e a equipa do gabinete de apoio ao executivo, vão descer cerca de 10 por cento.
Trata-se de uma medida inovadora, corajosa e que certamente irá gerar grande polémica e controvérsia, principalmente por contrariar todas as tendências de sentido contrário, mas de grande alcance em termos de justiça social.
O jornal "Público" publicou, no seu suplemento "Cidades" um artigo sobre o estado da A8.Quem circula à noite e debaixo de chuva, pode comprovar os perigos a que essa reportagem se refere. A visibilidade das faixas é praticamente nula, e o perigo espreita a cada "muro" protector que se aproxima do veículo.
Bela e perigosa, a Auto-estrada 8 recebe nota negativa do Observatório de Segurança de Estradas e Cidades devido a violações de normas de construção, que colocam em perigo os automobilistas. Não deixa, porém, de ser uma ligação importante para a economia e a vida de milhares de pessoas e empresas do Oeste. (Aqui para continuar a ler)
O simples facto dos políticos falarem em democracia a torto e a direito, por tudo e por nada, é a prova que a democracia só existe nas suas bocas.
Hoje, nas Conversas Cruzadas, ficámos a saber como funcionam as concelhias dos partidos.
Ou são mandatadas, ou fora de prazo, ou não sufragadas, ou perpetuadas – ou então simplesmente não existem.
Nenhum partido está excluído destas práticas. E é nos partidos que as práticas não democraticas (e outras) encontram a sua rampa de lançamento.
O que se passa nas distritais e concelhias dos partidos portugueses toca as raias do absurdo e do inimaginável. Se a imprensa portuguesa desfrutasse da liberdade e independência suficiente para escancarar para a praça pública o que se passa lá dentro, talvez muitos fossem corridos à pedrada das estruturas partidárias pelas próprias populações. Todos sabemos que esta “nossa” democracia já não impera no seu modo de funcionamento, que as novas adesões obedecem a recrutamentos individuais bem seleccionados para fortalecer as posições deste e daquele e que a maioria dos militantes mais antigos, arredados de todas as discussões e debates, já só vão às assembleias arrastados pelos caciques que neles campeiam, muitas vezes em obrigação a pequenos favores que auferiram ou esperam ainda auferir.
Evidentemente que graças a 35 anos desta prática, temos a Assembleia da República que temos, incompetente, inútil, ineficaz. Na verdade, o Governo transformou-se em poder legislativo e executivo enquanto a Assembleia da República tem uma função decorativa que, quanto muito, permite algum espectáculo nas sessões plenárias. A introdução de qualquer alteração na escolha dos deputados irá naturalmente prejudicar as lideranças partidárias, e dificultar a distribuição de cadeiras.
Na verdade, a preocupação dos partidos políticos com a abstenção acaba no fecho das urnas no acto eleitoral.
Os partidos precisam de uma purga. A falta de base social de apoio dos partidos, que se traduz na variabilidade dos seus resultados eleitorais, leva a um comportamento essencialmente competitivo entre eles que enfraquece a democracia.
A inauguração do Complexo Logístico Municipal será amanhã, dia 23 de Janeiro, pelas 15h00, no âmbito dos festejos do Feriado Municipal de Óbidos.
É um edifício com uma dimensão de dois hectares que reúne, no mesmo espaço, os armazéns e as oficinas da Câmara, contando ainda com uma zona dirigida aos serviços administrativos e uma sala polivalente.
Com um investimento de 1,5 milhões de euros, esta infra-estrutura foi construída a pensar nos funcionários e na população do Município, com o objectivo de criar melhores condições de trabalho, fazendo a interligação e centralização dos serviços.
Com uma arquitectura moderna e sustentável, o edifício é composto por um armazém central, zona administrativa, zona de pessoal com balneários, sala de arquivos, sala polivalente e área de trabalho para os serviços de mecânica, construção civil, serralharia, pintura e carpintaria.
A parte envolvente do Complexo contará com estacionamento coberto, área de serviços coberta, ecoponto, depósitos de materiais, entre muitos outros espaços.
As expectativas eram grandes e finalmente todos e sem excepção sentados para conversar acerca de Óbidos… a discussão política reflecte a política, quer dizer, o essencial é o acessório: aquele senhor não presta porque não é do meu partido; essa medida não é eficaz - se fosse do meu partido seria excelente.
Independentemente das ideias que cada um defende e das “picardias”, ressalta como que um “marcar em cima” prejudicando o fluir da conversa tantas vezes interrompida, deixando de ser “conversas cruzadas” para ser, durante algum tempo, “conversa emperrada”. Emperrada a discutir os métodos e não os conteúdos.
No meio de tanta amálgama, saltam coisas como a redução da despesa, novas empresas, a visão do parque Tecnológico, o desemprego, a crise, as novas taxas, etc…
E fico por aqui, pode continuar em forma de comentário…
Decorre amanhã a tradicional Festa de Santo Antão. Nesta romaria, os romeiros fazem promessas (com vista à recuperação de um animal doente ou pedidos de boas ninhadas) ao santo protector dos animais. Paga a promessa, faz-se festa junto à ermida, com fogueiras e mesa farta, onde abundam chouriços e vinho tinto.
Foram duas horas de reunião, nas Caldas da Rainha, dos responsáveis da EDP-Distribuição com os doze autarcas do oeste que saíram “satisfeitos” com a reunião, nas palavras de Carlos Lourenço, presidente da OesteCIM. Já João Torres, presidente da EDP-Distribuição, anunciou um reforço de investimento na região oeste que “pode atingir os 20%”. “O investimento de reforço da rede de média e baixa tensão, em postos de transformação e na rede subterrânea”, adiantou João Torres. Foi ainda anunciada a intenção da EDP poder vir a participar na Agência de Energia do Oeste. Para trás ficaram assim as críticas ao atraso de resposta da EDP no restabelecimento da energia, após a intempérie de 23 de Dezembro. Quanto às indemnizações a empresas e particulares foi admitido “analisar as situações de forma integrada”.
Nos últimos dias, contínuos e continuados cortes de fornecimento de energia eléctrica fazem parte do nosso quotidiano. Contudo, os autarcas estão “satisfeitos” com as explicações e com esta importante parceria com a EDP na Agência de Energia do Oeste. Nós, os munícipes (pagantes e insatisfeitos), com a velinha na mão, temos que rogar a S. Pedro que nos valha para ver se isto melhora até ao reforço da rede.
Infelizmente, estamos habituados a maus serviços prestados por empresas que dão prejuízo, mas não é este o caso… esta até tem bons lucros.enviar e-mail para: joobidido@gmail.com