segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Ipsis verbis

Na sessão solene, Telmo Faria, presidente da Câmara Municipal de Óbidos, fez um balanço muito positivo dos últimos seis anos, sob a actual direcção. Destacou o desenvolvimento nas diversas áreas, “da economia, onde o investimento tem vindo a subir consideravelmente, em particular no sector do turismo, às áreas culturais, onde os grandes eventos e realizações trouxeram notoriedade nunca antes vista”, no âmbito do sector social “onde a intervenção municipal é hoje muito forte”, com destaque para a “educação”. “Passar uma Câmara de 7 milhões de receitas anuais para, somando as duas empresas municipais, chegar aos 23 milhões de Euros anuais, sem empréstimos sem receitas extraordinárias, só com muito rigor e com muito dinamismo de todos”, manifestou o autarca. Fonte

5 comentários:

Anónimo disse...

MILAGRE... multiplicação dos pães!!

nin disse...

Úau, então é verdade que vamos todos ao Brasil!

Anónimo disse...

Pois foi, foi as receitas potenciais que o anterior presidente lhe deixou, mais as negociatas destes mandatos, mais as festanças milionárias e os patrocinios, e as taxas e impostos municipais mais altos da região. Está explicado.

Anónimo disse...

Pois é, escreveu, escreveu mas esqueceu-se do essencial no discurso. Devia ter feito um elogio ao anterior Presidente P. Júnior,( que até o ajudou a ganhar as eleições ), porque foi nos mandatos dele que o concelho se desenvolveu, veja-se Praia d'El-Rei e Turisbel. Só que já não teve tempo de usufruir dos lucros na sua gestão. Esses, os lucros, vieram agora para o "garotão" gastar a seu belo prazer. Com as calças do meu pai também sou um grande homem! Será que ele pensa que andamos todos a dormir ou então que ele e a sua rapaziada é que são os inteligentes? O outro fez obra de "pedra e cal" ele agora faz obra de esferovite, por isso, para o futuro nada fica...

Manelinho disse...

Qualquer presidente que venha agora tem todom este dinheiro que foi semeado pelo Pereira Junior.
Os resorts do Bom Sucesso pagam muitos impostos. Mesmo com a Ota a fugir, os resorts ficam cá a pagar impostos municipais.